E chegamos ao décimo quinto capítulo dessa história que tem me deixado muito feliz com o resultado.

Se você ainda não conhece, leia desde o primeiro capítulo aqui.

Agora, se você não leu o capítulo anterior, clique aqui e leia para dar continuidade.

Sem mais delongas, vamos ao capítulo de hoje!

 

Quase 1 hora depois terminamos de fazer nossas “orações”, por assim dizer, Paty e Bruno foram embora pois já estava tarde.
Assim que eles foram embora eu fui pro quarto e me sentei na cama e fiquei parado por, sei lá, uns 40 minutos. Senti uma paz tão grande dentro de mim, como se eu tivesse ido até Sophia é tirado ela de lá. Fiquei imaginando ela de volta, a gente rindo, saindo, conversando… lembrei da última vez que saímos e foi a melhor coisa que me aconteceu nos últimos anos.
“Eu, realmente, tenho certeza de que ela vai voltar, eu acredito nisso.” – pensei.
Depois disso levantei e fui tomar um banho para descansar, tinha sido um dia muito corrido.

No dia seguinte acordei e fui direto pra cozinha tomar um café, nem escovei os dentes.
Abri a geladeira, nada.
Procurei nos armários, nada.
Esqueci que já não tinha mais nada pra comer e beber em casa.
Voltei pro quarto, troquei de roupa, escovei os dentes e fui pra padaria.

No caminho fiquei pensando em como seria estar em coma.
“Será que ficamos em um sonho eterno até acordar? Será que a gente ouve o que tá rolando ao redor? Ou será que a gente fica que nem um vegetal que não ouve, não sente, não sonha?”
Sim, um pensamento bem louco isso, mas fiquei curioso.

Ao chegar na padaria, pedi um pão na chapa e um chocolate gelado.
Enquanto esperava, fui checar meu celular, já que fazia quase um dia que eu não olhava pra ele. Bati a mão no bolso e cadê? Deixei em casa.
Pensei que seria até uma boa ideia, realmente não estava sentindo falta dele com tudo isso que estava acontecendo.
Tomei meu café da manhã e aproveitei pra dar uma caminhada pelo bairro. Há 1 ano morando ali, nunca tinha feito isso, não sabia o que tinha por perto.
Vi um bar, um mercadinho, uma academia, a padaria e várias casas pequenas, mas todas muito bem feitas e bonitas. Fiquei encantado, nunca imaginei que tinha essas coisas ao redor de casa.
Isso que dá viver pra trabalhar, mal sair de casa e, no tempo livre, ficar mexendo no celular.
Antes de voltar pra casa resolvi passar no mercadinho pra comprar algumas frutas e algo pra comer no almoço.
Resultado: 1 manga, 2 maçãs, 2 kiwis e 1 pote de açaí de 2 litros.
No caminho de casa estava me sentindo muito bem, numa paz, tranquilo…
Cumprimentei o porteiro, subi o elevador e entrei em casa.
Deixei as coisas na mesa e vi que meu celular estava lá, peguei pra dar uma olhada e pra minha surpresa: 4 ligações perdidas do hospital.

 

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Yeaaap!

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– LET LIVE –

A vida é a coisa mais preciosa que temos, parece até obvio. Mas do que faz sentido não viver uma vida da melhor maneira? “Viver é a coisa mais rara do mundo, a maioria das pessoas apenas existe”.

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