Estamos chegando longe com essa história hein?!

18 capítulos e ainda tem muito pra acontecer!

Se você não conhece a história, leia desde o primeiro capítulo aqui.

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Vamos pro capítulo de hoje? Segue!

 

Saímos do quarto e fomos pra recepção.
No elevador, Bruno olhou pro Vitor e disse:
– E aí, cara! O que você tem? Tá todo quieto desde que a Sophia sofreu o acidente. Não fala mais nada, tá estressado?
– Nada não, eu tô normal. Você tá viajando aí.
– Pessoal, eu tô mentindo?
– Infelizmente não… Você tá mesmo diferente, Vitão – respondi.
– Para com isso, eu tô de boa.
– Verdade, amor. E hoje mal falou com a gente e muito menos com a Sophia.
– Me deixem! Já disse que tô de boa! Se eu falei que não tenho nada é porque eu não tenho nada! Que saco! – disse Vitor saindo do elevador.
– Eita. O que será que ele tem hein? – perguntei.
– Sei lá. Mas se ele quiser, que venha se abrir com a gente – disse Bruno.
– Não adianta a gente ficar pressionando ele pra falar, ele não vai se abrir, conhecem ele. Mas vamos falar de coisa boa, a Sophia acordou! Agora podemos ficar mais tranquilos, como eu tava nervosa e com medo…
– Todos estávamos, mas agora é só uma questão de tempo até ela sair do hospital. E a primeira coisa que vamos fazer é comemorar! Quero beber!
– Só pensa em beber (risos)! Bruno sendo Bruno.
– Claro, temos que comemorar tudo na vida.
– Sim, mas todos os dias já é alcoolismo (risos).
– É vida feliz, muito diferente.
– Ta bom, Bruno – respondi rindo – Pessoal, eu vou pra casa, deixei tudo em cima da mesa antes de sair, preciso comer alguma coisa. Beijo pra vocês – e fui pra casa.

No caminho fiquei me questionando os motivos do Vitor estar daquele jeito. Era pra ele estar feliz.
Será que ele tá com algum problema no trabalho? Em casa?
Vou tentar falar com ele depois.

Assim que cheguei em casa fui almoçar, já que tinha saído que nem louco pro hospital.
Separei as frutas na pia pra lavar e cortar.
Já estava me esquecendo de colocar uma música pra ouvir, só pra não perder o costume.
A trilha sonora de hoje foi Alok, fazia um tempo que não escutava música eletrônica.
Voltei pra pia e cortei a manga e uma maçã, na hora que estava cortando o kiwi a faca escorregou e pegou meu dedo.
– Aaai! Droga!
Na hora senti aquela dor e o sangue começou a sair. Abri rápido a torneira e coloquei a mão embaixo d’água.
– Logo agora?! Que raiva!
Peguei um guardanapo e enrolei no dedo pra continuar cortado o kiwi. A fome estava tão grande que o dedo podia esperar, depois eu faria um curativo decente.
Cortei tudo, peguei uma tigela, o açaí e misturei tudo lá.
Daí lembrei que faltou comprar leite condensado e granola, mas eu não iria voltar no mercado só pra comprar isso.
Fui para a sala, desliguei o som e liguei a TV para assistir um filme.
– Esse não, esse não, já assisti, deve ser chato… não tem nenhum filme legal pra ver na Netflix, que saco. Vou ver alguma série. Essa já foi, não deve ser legal, não gosto desse género… tá difícil hoje. Vou voltar a ouvir Alok e desligar essa TV.
E fiz isso enquanto comia meu delicioso açaí.
Depois de umas 4 colheradas me veio um flash na memória e disse:
– Minha viagem! Eu ainda preciso resolver alguns detalhes e meu voo é semana que vem já!
Levantei correndo e peguei o notebook.
Agora que a Sophia tá bem eu posso viajar tranquilo. Eu tinha até me esquecido disso, pensei.
– Vamos lá, as passagens já estão compradas, só preciso ver os hotéis e alguns roteiros.

 

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– LET LIVE –

A vida é a coisa mais preciosa que temos, parece até obvio. Mas do que faz sentido não viver uma vida da melhor maneira? “Viver é a coisa mais rara do mundo, a maioria das pessoas apenas existe”.

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