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Ansioso (a) pra saber o que vai acontecer né?

Então vai!

 

Nessa hora segurei a raiva e o impulso e não revidei.
Soltei o braço dele e disse:
– Quer ir embora?! Então vai! Mas eu vou contar tudo pra polícia, você não vai ficar livre dessa.
– Eu vou fugir! Ninguém vai me achar.
– Não quero saber, some daqui! Você fez a maior cagada da sua vida! Some!
Vitor saiu pela porta e foi embora, com um olhar de arrependido.

Fui até o banheiro para ver o estado do meu rosto depois de tudo isso e vi que meu nariz estava sangrando.
Lavei todo o sangue que tinha escorrido e me olhei no espelho, apoiado na pia, cheguei mais perto pra ver os danos: só machuquei o nariz mesmo.
Fiquei por um tempo me olhando e pensando se deveria ter batido nele, segurado mais ou de tinha feito o correto.
O sangue começou a subir e comecei a pensar no que poderia ter acontecido com Sophia, se ela tivesse ficado paraplégica, tetraplégica, ou pior ainda, se tivesse morrido.
A raiva foi aumentando e, bufando, eu gritei:
– DESGRAÇADO!
Dei um soco no espelho e o despedacei todo.
Pra variar, cortei a mão com os estilhaços e a raiva só aumentou.
Limpei o sangue nas mãos e resolvi ir logo à delegacia.

Peguei meu celular e carteira e fui direto pra lá.
Pra minha sorte existe uma delegacia há 5 quarteirões de casa, fui andando.
No caminho resolvi ligar pro Bruno e contar o que tinha acontecido.
– Fala Bruno, tranquilo?
– E aí, Be. De boa e você?
– Não muito.
– O que aconteceu?
– Cara, me encontra na delegacia aqui perto de casa que eu te conto, por telefone é complicado.
– Mas você tá bem?
– Agora tô mais tranquilo, mas me encontra lá que eu te explico direitinho.
– Fechou, já tô indo pra lá.

Assim que desliguei o telefone me esbarrei numa moça, andando distraída olhando pro celular.
Olhei pra trás e me desculpei mas ela não me era estranha.
Parecia que eu a conhecia de algum lugar.
Como estava com pressa nem quis tentar saber quem era, precisava resolver esse problema logo.

 

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Yeaaap!

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– LET LIVE –

A vida é a coisa mais preciosa que temos, parece até obvio. Mas do que faz sentido não viver a vida que se quer? Permita-se viver a sua vida e escrever a sua história.

Estou aqui para deixar registrada a minha história e viver a vida que eu quero pra mim.

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