Se você não conhece, leia desde o primeiro capítulo aqui.

Agora, se você não leu o capítulo anterior, clique aqui e leia e fique por dentro.

Vamos ao capítulo!

 

Ao chegar na delegacia, me informei qual era o procedimento pra entregar um procurado pela polícia e o policial me fez algumas perguntas:
– Qual o tipo de crime?
– Roubo de veículos e atropelou uma pessoa e não prestou socorro.
– Quando foi?
– 4 dias atrás
– Onde?
– Não vou me lembrar agora… mas o procurado é meu amigo, policial. Ele me confessou tudo hoje pela manhã.
– Onde ele está agora?
– Não sei, ele foi na minha casa confessar pois estava angustiado, brigamos e ele fugiu. Daí vim direto pra delegacia.
– Entendi. E você conhece a pessoa que ele atropelou?
– SIm, é nossa amiga. Ela está no hospital, ficou em coma até, mas está em repouso agora.
– Porra, o cara rouba um carro e ainda atropela a amiga de vocês?! É cada uma viu.
– Pois é. Eu não conseguiria viver sabendo disso e deixando ele solto. É meu amigo, mas se errou tem que pagar.
– Você está fazendo o correto, meu jovem. Vou procurar no sistema aqui qual é o ocorrido e já volto pra pegar mais algumas informações com você sobre ele. Aguarde ali no canto, por favor.
– Ok, obrigado.

Sentei na cadeira enquanto esperava o policial voltar e não demorou muito, Bruno chegou.
– Fala aí, Bernardo. Aprontou o quê dessa vez?
– Eu? Nada. Mas pergunta pro Vitor o que ele fez.
– Vix, o que aconteceu? Cadê ele?
– Senta, que a história é pesada.
– Tô vendo, até na delegacia você tá. Conta aí.
– Foi ele que roubou o carro que atropelou a Sophia.
– Hahahaha tá me zoando, né Bernardo?! Faz eu vir até a delegacia e você inventa uma história dessa? Conta logo, não brinca com coisa séria.
– É sério. Hoje cedo ele foi em casa, tava todo angustiado, não conseguia dormir nem nada. Ele confessou pra mim achando que eu ia ajudar.
– Você não tá falando sério, não é possível.
– Eu juro! Você acha que eu ia brincar com uma coisa tão séria como essa? É nossa amiga que tá lá no hospital.
– Cara, não é possível que o Vitor tenha feito isso! Sério! Ele não é louco.
– Ele me disse que estava precisando de uma grana e apareceram com essa ideia maluca de roubo.
– Puta que pariu! Ele é um idiota! Eu vou matar ele!
– Assim que ele me contou eu disse que ia entregá-lo e trocamos alguns socos, olha aqui meu nariz – disse mostrando o machucado que ficou.
– Porra, Bernardo! Que ódio dele!

Nesse momento o policial voltou e pediu informações sobre o Vitor como, nome completo, endereço, telefone, onde trabalha.
Passei tudo e perguntei se podia ir junto mas o policial disse que não, para a minha segurança.
Dito isso, eu e Bruno decidimos visitar Sophia só pra nos assegurar de que ela estava bem e que o Vitor não iria tentar fazer nenhuma loucura nova.
Deixei meus contatos com a polícia para que eles me avisassem sobre qualquer coisa e fomos para o hospital.

 

Gostou desse capítulo? Deixe um comentário (é rapidinho).

Se identificou com a história? Compartilhe, mais pessoas podem se identificar também (e não custa nada).

Quer ficar por dentro de tudo o que rola no blog? Curta a página no Facebook (vale a pena).

Yeaaap!

CLIQUE AQUI PARA LER O PRÓXIMO CAPÍTULO

– LET LIVE –

A vida é a coisa mais preciosa que temos, parece até obvio. Mas do que faz sentido não viver a vida que se quer? Permita-se viver a sua vida e escrever a sua história.

Estou aqui para deixar registrada a minha história e viver a vida que eu quero pra mim.

Comentários