Meu povo lindo do coração! Mais um capítulo saindo do forno (com 1 dia de atraso, mas tá valendo)

Se você não conhecea história, leia desde o primeiro capítulo aqui.

Agora, se você não leu o capítulo anterior, clique aqui e  fique por dentro.

Vamos ao capítulo de hoje:

 

Na porta da delegacia pedimos um Uber e ficamos aguardando No caminho, Bruno ligou para Paty para contar o que aconteceu e ela ficou arrasada.
Contamos que estávamos indo pro hospital e ela ficou de se encontrar com a gente lá.
Pouco depois o carro chegou e fomos para o hospital.
No caminho, comentamos sobre o ocorrido e o motorista, ouvindo tudo, disse:
– Me desculpem a intromissão, não pude deixar de ouvir, mas é verdade tudo isso mesmo?
– Infelizmente é – respondi.
– Mas não é possível, que história hein?!
– Acredite, tudo pode acontecer.
– Mas a amiga de vocês está bem né?
– Está sim, se recuperando.
– Menos mal, tomara que saia dessa logo.
– Ela vai sair sim, logo logo.
– Bom, vou deixar vocês conversando sem atrapalhar, me desculpem.
– Sem problemas – respondi sorrindo.
Voltei a conversar com o Bruno até chegarmos no hospital.

Descemos do carro e entramos no hospital.
Andamos até a recepção para nos identificarmos.
– Bom dia, senhores.
– Bom dia, vamos no quarto 1163.
– Nome, por favor?
– Bernardo Ribeiro
– E o seu? – perguntou pro Bruno
– Oi? Desculpa, estava mexendo no celular.
– Seu nome, senhor.
– Ah, Bruno Duarte.
– Obrigada, aguardem só um minuto enquanto eu pego as identificações.
– Ok.
– Ok.

De repente, olhei para o lado e avistei uma mulher de jaleco, era a mesma que eu tinha me esbarrado mais cedo. Comecei a reparar bem e percebi que ela realmente não me era estranha, se parecia muito com a que eu tinha visto do outro lado da rua há um tempo atrás.
Fiquei ali a encarando por um momento e tentando lembrar de onde a conhecia.
De tanto eu ficar olhando ela percebeu e me olhou, fixamente.
Fiquei sem graça e desviei o olhar.
Ela continuou andando e entrou numa sala, olhei novamente mas já era tarde.

Nesse momento, a recepcionista nos entregou os crachás de acesso.
Agradecemos e fomos para o elevador.

 

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Yeaaap!

– LET LIVE –

A vida é a coisa mais preciosa que temos, parece até obvio. Mas do que faz sentido não viver a vida que se quer? Permita-se viver a sua vida e escrever a sua história.

Estou aqui para deixar registrada a minha história e viver a vida que eu quero pra mim.

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