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E vamos ao capítulo de hoje:

 

Ao chegar na porta do quarto de Sophia, parei o Bruno e perguntei:
– Cara, será que a gente não deveria esperar mais um pouco pra contar pra ela?
– Eu acho que não, quero mais é encontrar ele.
– Sei lá, vai que ela tem um treco, tá frágil ainda, ela passou por muitas coisas.
– Ah velho, vamos contar, assim já passa por tudo de uma vez.
– Tomara que não aconteça nada de ruim, vamos lá.

Abri a porta e demos de cara com uma amiga da Sophia, que também é professora do irmãozinho dela.
– Olá, Giulia! Tudo bem?
– Tudo, Bernardo. E com você?
– Caminhando, como sempre.
– Ah que ótimo. E com você, Bruno?
– Tudo na paz.
– Que bom. Gente estava de saída, preciso ir para o colégio, meus alunos me esperam. Beijo beijo.
– Beijos – respondemos.

Fechamos a porta e fomos até a cama.
Cumprimentei-a e sentei no sofá.
– So, como você está?
– Me recuperando… O médico disse que vou ter alta logo.
– Eu digo, psicologicamente.
– Me sinto bem, por que?
– Precisamos te contar uma coisa. Uma coisa muito séria.
– O que foi? Agora fiquei preocupada.
– Vou falar de uma vez, sem enrolação. A gente sabe quem foi o cara que te atropelou.
– Meu Deus! Como assim?! Quem foi?!
– Foi o Vitor.
– Não pode ser! Não pode ser!

Nesse momento os batimentos cardíacos dela começaram a aumentar, ela começou a ficar ofegante.
Ela ficou desesperada, não conseguia se acalmar.
De repente os enfermeiros entraram no quarto correndo e perguntando:
– O que aconteceu com ela?
– Estávamos contando quem foi o responsável por atropelá-la e ela entrou em choque.
– Ok, fiquem afastados, por favor.
E de repente, Sophia desmaiou.

 

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Yeaaap!

– LET LIVE –

A vida é a coisa mais preciosa que temos, parece até obvio. Mas do que faz sentido não viver a vida que se quer? Permita-se viver a sua vida e escrever a sua história.

Estou aqui para deixar registrada a minha história e viver a vida que eu quero pra mim.

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